13º Encontro de Marketing Promocional e Eventos

sábado, 30 de maio de 2009


Nos dias 02 a 04 de junho estará ocorrendo na escola Panamericana o 13º encontro de marketing promocional e eventos com uma programação diversificada.
Possui a intenção de interagir empresas e trocar experiências para uma visão ampla da área. Com grandes profissionais comentando sobre conceitos e seus casos de sucesso trazendo representates de áreas como: organizadores de eventos, gestores de marcas e propaganda.
O tema deste ano é “Descubra como criar experiências únicas entre o consumidor e a marca".



Por: Diene Guedes

Comunicação Corporativa: Grandes Nomes amanhã na Metodista!

quinta-feira, 28 de maio de 2009
Entende-se por Comunicação Corporativa a troca de informações entre empresas, podendo ser interno ou externo, abrangendo funcionários, clientes, parceiros e fornecedores.Este ambiente de negócios é, atualmente, o possuidor dos maiores índices de crescimento na última década, principalmente por ser de fundamental importância para a agilidade nas tomadas de decisões, tornando-se assim um diferencial competitivo em diversos segmentos. Presente em corporações financeiras a instituições médicas, os sistemas de comunicações são indispensáveis hoje em dia.
Levando-se em conta a amplitude do tema, a Universidade Metodista de São Paulo, oferece amanhã, dia 29 de maio, uma mesa-redonda com o tema, que contará com a ilustre presença do ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, e o presidente da Basf para a América Latina, Rolf-Dieter Acker. O encontro discutirá a comunicação corporativa e as mudanças que vêm transformando o setor nos últimos anos.



Na foto: Rolf-Dieter Acker, Presidente da Basf, e Miguel Jorge, Ministro do Desenvolvimento.


O evento é uma iniciativa da Faculdade de Comunicação e da Gerência de Comunicação, e é aberto a estudantes, professores e profissionais da área de Comunicação. Será realizado no Salão Nobre das 20h às 22h30.
O professor João Evangelista Teixeira, de Relações Públicas, explica a importância da participação dos alunos do curso para possibilitar a compreensão da visão do auto-administrador, do executivo e da alta administração das organizações prestadoras de serviços de comunicação.

Caso deseje participar clique aqui para se inscrever.
Participe você também!

Por: Louise R. Archanjo

Gestão de Crises

terça-feira, 26 de maio de 2009
Uma crise pode afetar negativamente a organização estragando sua imagem, sua reputação, seu clima organizacional, a confiança de seus públicos a situação financeira entre outros, a crise é um duelo de credibilidade onde a todo o momento toda a história e reputação que a empresa construiu são contestadas podendo afeta-lá de tal forma que a organização não consegue se reerguer.
Por esses e outros motivos que o gerenciamento de crise é uma postura estratégica que o departamento de comunicação junto com os demais deve assumir para evitar danos a toda organização.
Em seu curso ministrado na ABERJ em fevereiro desse ano Eduardo Prestes aponta alguns elementos que devem ser tratados simultaneamente para o gerenciamento dessa situação, afim, de evitar o crescimento do problema e nortear o profissional que acompanha, são eles:

1) Gerenciamento de contingências (situações cotidianas chamadas distúrbios operacionais)
2) Gerenciamento da crise (cuidado com os desdobramentos dos fatos)
3) Comunicação durante a crise (contato articulado com os stakeholders atingidos e interessados, de maneira imediata para não potencializar boatos ou fontes não-oficiais
4) “Issues management” (gerenciamento de riscos e oportunidades),
5) Comunicação de risco (notificação clara sobre potencialidade de problemas)
6) Continuidade do negócio. A preparação para a crise permite estar num nível de organização de dados e informações e num nível de energia para superação dos impasses, podendo gerar grandes oportunidades logo depois

Em seu curso Eduardo diz também que o indicado é mapear e analisar toda a situação e todos os públicos envolvidos, assim é possível um acompanhamento mais próximo, mais ágil, esse mapeamento permite também num futuro o contato para facilitar o envolvimento com futuros parceiros.


Tão importante quanto saber gerenciar a crise é saber evitá-la, ou pelo menos fazer com que seus impactos sejam os menores possíveis, para isso deve-se estar preparado criar ações e mecanismos facilitadores no momento crucial, essa ações devem englobar todos os departamentos da alta administração ao operacional, todos tem de criar planos com o que ser dito e em que momento, tudo analisado calmamente para que se evite erros e conseqüentemente menos problemas.

COMO ESTAR PREPARADO PARA A CRISE
1. Desenvolva um programa de treinamento em gerenciamento de crise;
2. Envolva a direção e os gerentes;
3. Faça um media-training;
4. Faça um brainstorming de vulnerabilidades;
5. Desenvolva um questionário de possíveis dúvidas e respostas;
6. Desenvolva mensagens - chave ;
7. Crie um Comitê de Crise e reúna-o para simulações e avaliações.

Para quem quiser mais informações sobre o curso segue o link
http://serrp.blogspot.com/2009/02/cultura-da-gestao-de-crises-e.html


Por: Daniel Murano

A IDENTIDADE E OS VALORES ORGANIZACIONAIS

segunda-feira, 25 de maio de 2009
A Identidade Organizacional é o conjunto formado pela Missão, Visão e Valores de uma empresa.

Missão: É a finalidade da existência de uma organização, aquilo que dá direção e significado a essa existência. A missão da organização está ligada diretamente aos seus objetivos institucionais, os motivos pelos quais foi criada, a medida que representa a sua razão se ser.
Visão: É o sonho da organização, aquilo que se espera ser num determinado tempo e espaço. A visão é um plano, uma idéia mental que descreve o que a organização quer realizar.
Valores: Representam os princípios éticos que guiam todas as suas ações. Normalmente compõem-se de regras morais que simbolizam os atos de seus fundadores, administradores e colaboradores em geral.


De modo geral a missão anuncia com exatidão para onde se está indo e os valores descrevem os comportamentos que o levarão lá. Qualquer organização necessita compreender sua missão no mercado e a partir disso estabelecer sua visão para dentro de seus padrões. Estes valores são importantes e devem ser estratégicos, pois traçam as diretrizes para o estabelecimento dos planos de ação que resultarão em vantagens competitivas. Não podemos esquecer, também, que sem sucesso financeiro todos os objetivos sociais do mundo não têm a menor chance. O grande esquema é saber conciliar tudo.

Está claro que desenvolver e definir tudo isso que promovem uma organização levará tempo e exigirá muito comprometimento. Caso contrário o que acontece é muita falação e pouca ação.

Há muito a perder quando a missão não é objetiva e os valores não são concretos. Uma organização não alcançará nem de longe seu potencial se estiver sendo orientada apenas por uma lista de banalidades, penduradas num quadro de hall de entrada da empresa, que não significam nada e só servem para deixar os empregados desorientados e céticos, mostrando que têm um ideal, mas que na realidade o aplicam de modo diferente. Infelizmente este quadro é muito visto em grandes organizações hoje em dia.

Além de mostrar seus reais interesses de forma clara e que realmente signifiquem alguma coisa, as empresas devem recompensar as pessoas que os demonstram e "punir" as que não os demonstram. Isso tem grande importância para se atingir a vitória. Com certeza haverá momentos dolorosos, quando se tiver que dizer adeus a pessoas que gostamos, mas que não absorvem a missão, nem praticam os valores, porém deve sempre existir coerência entre as visões pessoais e as da organização.

Para que a missão e os valores da empresa realmente trabalhem juntos como uma proposta vencedora, é preciso que se reforcem mutuamente e constantemente, transmitindo confiança para todos seus públicos.


Por: Carolina Scano

Relações com a Imprensa

sexta-feira, 22 de maio de 2009

"Na atualidade, as atividades de relações públicas vêm indicando a crescente demanda de profissionais de comunicação com sólida formação teórica e prática, atentos para as mudanças no mercado da mídia, reflexo das transformações econômicas, tecnológicas, sociais e políticas do último decênio.E o profissional de relações públicas, como comunicador estratégico, precisa estar preparado para atuar diante dessa nova realidade, isto é, movimentar-se com desenvoltura nas áreas de marketing, comunicação institucional e relações com a imprensa, além de possuir conhecimento da área do negócio na qual se interesse a empresa. Referimo-nos à necessidade da formação de um profissional capaz de desempenhar funções de comunicação integrada, articulado com as demandas do mercado e dos públicos.” (MATOS, Heloiza)
Esse trecho retirado do capítulo Relações com a Mídia do livro Obtendo Resultados com Relações Públicas, explica a necessidade de um profissional capacitado a se relacionar com a mídia de forma a apurar a informação que será divulgada, de forma que a mesma seja competente e segmentada para as mídias de interesse.
Relações com imprensa tornou-se uma necessidade primordial para as organizações, uma vez que a imprensa afeta diretamente na opinião pública. A gestão da comunicação e da informação tornou-se estratégica e prioritária para manter a imagem organizacional positiva perante o seu público e a sociedade como um todo. Foi descoberto o valor da informação, não só na gestão dos negócios, mas nas interações com a sociedade.
A assessoria de imprensa foi criada com o objetivo de intermediar essa relação entre organização e imprensa, permitindo um relacionamento capacitado e efetivo que gere coisas positivas para a organização.
A assessora de imprensa da Intel, Luci Anunciato, de 28 anos e formada em Relações Públicas pela faculdade Casper Líbero, explica um pouco sobre o trabalho da assessoria de imprensa:
Louise: Como funciona uma assessoria de imprensa no dia-a-dia?
Luci: No dia-a-dia, dentro da assessoria, monitoramos o clipping, as noticias do mercado referente ao cliente, produzimos press releases, sugerimos pautas, uma vez que temos contato com todos os jornalistas do Brasil de diversas editorias.
Também fazemos o planejamento de eventos ou ações focadas na instituição ou em lançamento de produtos, elaboramos briefing, acompanhamos entrevistas, coordenamos coletivas de imprensa, treinamos os porta-vozes para comportamento adequado para com a imprensa e produzimos relatórios semanais e mensais, para mostrar a produtividade de nosso trabalho.
Louise: Quais aspectos devem ser analisados ao se assessorar um cliente?
Luci: Deve ser analisado como ele está sendo exposto na mídia e tentar fazer com que ele tenha uma imagem positiva na mídia e, conseqüentemente, com a opinião pública.
Louise: Como se mantém uma boa relação imprensa-organização?
Luci: Devemos atender as demandas da imprensa, de maneira clara e transparente, buscando sempre alimentá-la com informações consistentes e de conteúdo. Eventos e releases, também são uma boa forma de se ter um contato mais próximo com a imprensa, de forma amigável e, principalmente, controlada.
Louise: Na sua opinião, quem seria mais indicado para o cargo de assessor de imprensa: Jornalistas ou Relações Públicas? Quais as diferenças?
Luci: Essa é uma pergunta polêmica (risos). Acredito que o Relações Públicas é o mais indicado, pois tem uma formação que dá uma base melhor sobre como ter uma boa relação com o cliente, mantendo a imagem dele positiva junto a imprensa. Nós, Relações Públicas, aprendemos na faculdade formas de estratégias para se obter esse resultado.
O Jornalista tem uma base melhor para assessoria quando se refere a outros jornalistas, uma vez que eles têm como base em sua formação todo o conhecimento necessário para uma boa publicação, tal como o embasamento de textos e, muitas vezes, conhecimento melhor de redações mais indicadas para certas matérias do que nós, os RP. Porém, eles não tem como base em sua formação a estratégia necessária para se obter um bom relacionamento entre imprensa-organização. Muitas vezes isso só é adquirido conforme a pratica da atividade.
Louise: Para que serve um media training?
Luci: Para você treinar o porta-voz para lidar com a imprensa de maneira adequada, passando uma imagem positiva da organização em sua postura firme e eloqüente.
Louise: Como funciona o compartilhamento de informações com a imprensa?
Luci: A assessoria procura sempre alimentar a imprensa com informações relevantes ao mercado. No entanto, a assessoria também busca estar sempre atenta no que a imprensa está falando e a forma como ela retrata essas informações passadas, pois afeta diretamente na opinião pública. As notícias possuem um poder ativo e mobilizador que devem ser sempre acompanhadas.
Louise: Como se deve agir em momentos de crise?
Luci: Sempre, uma boa assessoria, inclui em seu planejamento um plano prévio sobre crise, com possíveis questões que possam vir a gerar uma. Ao se fazer esse planejamento, também se elabora estratégias, para que se caso ocorra alguma, ela não perdure por muito tempo, pois a assessoria e a organização estará previamente planejada sobre quais medidas tomar. O mais importante é não deixar a imprensa e o público sem um respaldo e de que medidas serão tomadas diante do que está ocorrendo.
Louise: Quais os detalhes na assessoria que requerem mais atenção, por serem mais complicados de lidar?
Luci: O clipping é muito importante, pois é reflexo do nosso trabalho como assessor. Não se pode confiar totalmente na clipadora, pois ela pode muitas vezes deixar matérias importantes passarem em branco. Outro detalhe que deve ser analisado com atenção é o mailing list, que deve estar sempre atualizado com as informações dos jornalistas e veículos. “Saias justas” com clientes também são bem complicadas e, muitas vezes, ocorrem por ele não compreender direito o trabalho do assessor de imprensa. Por isso deve se ter um bom planejamento de ações e medidas que nos auxiliem nesses momentos e até mesmo os evitem.

Por: Louise R. Archanjo

PERDIGÃO + SADIA = BRASIL FOODS

quinta-feira, 21 de maio de 2009



Perdigão fundada em 1934 em Santa Catarina pelas famílias Brandalise e Ponzoni, é uma das maiores companhias brasileiras do ramo alimentício. Está presente em 12 paísesalém do Brasil, são eles:Portugal, França, emirados Árabes Unidos, Inglaterra, Japão, Holanda, Rússia, Cingapura, Espanha, Itália e Austria.




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Sadia fundada em 1944 também em Santa Catarina por Attilio Fontana, é líder nacional em todas as atividades que opera, tem sua presença em 12 países e são eles: Brasil, Panamá, Argentina, Emirados Árabes, Chile, Uruguai, Alemanha, Inglaterra, Rússia, Turquia, China e Japão.



Duas gigantes do mundo alimentício, dois perfis parecidos e uma megafusão que tem o nome de BRF Brasil Foods S.A, com sede em Itajaí - Santa Catarina. Depois de tantas tentativas e mudanças no contrato, na manhã nesta terça-feira 19 de Maio de 2009 foi anunciada oficialmente pelos respectivos presidentes a fusão entre as duas empresas.

Uma fusão que tem tudo para ser um grande sucesso já que logo após essa fusão a Brasil Foods se tornou a décima maior empresa de alimentos das Américas, segunda maior indústrias alimentícia do Brasil, maior produtora e exportadora de carnes processadas e terceira maior exportadora brasileira, tudo isso segundo o Folha online.

Sadia e Perdigão duas marcas consagradas, uma fusão muito noticiada. Tem como existir um problema nisso? Tem. A notícia foi por meio de uma entrevista coletiva com finalidade de esclarecer dúvidas sobre a fusão, só que estes esclarecimentos deteram-se apenas a aspectos políticos e econômicos, o que é um problema já que consumidores não sabem o que acontecerá a partir de agora.

Quantas vezes você já ouviu alguém falar: "Vai comprar salsicha pra mim, mas Sadia eu não gosto de Perdigão"? E o acontece com estes consumidores que tinham suas preferências bem definidas? O que vai acontecer com os produtos? Vão continuar sendo vendidos separadamente? As empresas irão juntar receitas e formar apenas um produto? O Nome muda e vira um só? Estas foram questões que não foram esclarecidas a quem a Brasil Foods deveria mais se preocupar: seu consumidor.

Esta fusão tem tudo para dar mais que certo, mas a empresa precisa ser muito atenciosa e cautelosa com quem sempre esteve ao lado das empresas quando separadas: seus clientes. Mas não apenas seus clientes externos mas também os internos, afinal eles sabem realmente o que está acontecendo, o que vai acontecer com seus empregos, se continuarão produzindo ou não as mesmas coisas. Esta preocupação com os empregos só tende a crescer sem o esclarecimento da empresa, uma vez que já foi noticiado que o Ministro do trabalho Carlos Lupi disse que esta fusão pode trazer demissões.

É evidente que as coisas não mudarão tão rapidamente assim, nenhuma fusão impacta tão já os seus consumidores, mas com o tempo estas questões vão virar problemas e difíceis de resolver. Será que os consumidores continuarão tendo a mesma confiança que antes ao ver juntas uma empresa que ele(a) confiava e outra que nem tanto? Se questões que possam parecer não tão importantes neste momento forem esclarecidas o quanto antes, menores os prejuízos que a nova gigante de alimentos do país terá.

A Brasil Foods tem tudo e já é um sucesso, mas para que isso só cresça, ela precisa se preocupar muito mais com quem mais contribuiu para que isto acontecesse: seus clientes internos e externos.

Por: Renata Muniz.

Utilizando o evento como uma ferramenta estratégica sem erros

quarta-feira, 20 de maio de 2009
O evento empresarial pode ser visto e realmente é, uma estratégia de comunicação que garante resultados fortes e rápidos, além de poder ser direcionado a praticamente todos os públicos (com o perfil diferente de evento de acordo com o tipo de público).

O evento é umas das formas de interação mais dinâmicas adotadas pela organização. Porém, por mais planejado que este seja, possui uma forte tendência a obter procedimentos errados e eficazes, um simples detalhe pode dizer se o seu evento foi um sucesso ou não.

Vou dar-lhes um bom exemplo sobre isso, a pouco tempo uma amiga fez aniversário, chamei alguns amigos nossos, preparei o local e tudo o mais, mas na hora de cantar o parabéns advinhem, esqueci da vela. Somente um detalhe, mas um detalhe muito importante para o meu pequeno evento. Isto não quis dizer que ele foi um fracasso, mas quando lembro dele logo lembro da vela que não existiu.

Para que erros como este não aconteçam, ou sejam minimizados o que pode ser feito é um check list, ou seja, uma lista de coisas que não devem ser esquecidas.

Um Check-List é uma ferramenta básica para o sucesso neste tipo de empreitada.


Rodrigo Cogo
Segue um exemplo simples de um check list:


Eventos Empresariais

Assessoria Pré Evento:


  • Entrevista com os clientes para conhecer as vontades e levantar os serviços desejados;
  • Reunião com os clientes sempre que necessário;
  • Fornecimento de orçamentos de todos os serviços necessários para o evento;
  • Agendamentos, acompanhamento, negociações, análise de contratos;
  • Reserva de hotel aos convidados (quando necessário);
  • Supervisão em ensaios (quando necessário);
  • Elaboração de check list dos itens contratados e cronograma do evento.

Assessoria e Cerimonial Dia:

Assessoria de montagem:

  • Coordenação de montagem;
  • Recepção de fornecedores;
  • Supervisão de contratos e produtos contratados;
  • Recebimento de mercadorias.


Cerimonial :

  • Recepção, checagem da lista e acomodação dos convidados;
  • Suporte aos anfitriões e convidados;
  • Entrega de materiais promocionais;
  • Acompanhamento da desmontagem;
  • Checagem dos materiais dos fornecedores;
  • Contagem de sobra de bebidas, doces e lembranças.

Fonte: http://www.juliarosaeventos.com.br/servicos/eventos-empresariais/


Por: Diene Guedes